Não fique parado em frente ao meu túmulo chorando
Não fique parado em frente ao meu túmulo soluçando.
Eu não estou lá, eu não durmo.
Eu sou milhares de correntes de ar que se espalham.
Eu sou o brilho de diamante na neve.
Eu sou a luz do sol na grama verde.
Eu sou a doce chuva de outono.
Quando você acordar no silêncio matinal.
Eu sou a suave inspiração que aparece repentinamente.
E com os pássaros quietos em círculo a girar.
Eu sou a gentil luz das estrelas em uma noite de luar.
Não fique parado em frente ao meu túmulo soluçando.
Eu não estou lá, eu não durmo.
Não fique parado em frente ao meu túmulo chorando.
Eu não estou lá, eu não morri!
Mary Frye (1932)
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